Era uma vez uma princesa cuja cor dos cabelos mudava de acordo com o que sentia. A princesa cresceu, mas não era como as outras, apesar de sentir medo, costumava sempre estar em aventuras, com seus cabelos brilhantes e coloridos. Mas o tempo passou, suas cores se tornaram opacas aos poucos e ela começou a se fechar em seu castelo.
Enquanto isso acontecia, não muito longe dali havia um jovem príncipe solitário, quase sem esperança para coisa alguma. Por insistência de amigos distantes, ele deixou seu castelo e foi ao encontro da princesa colorida, agora desbotada.
Foi como se algo brotasse nela, e consequentemente, nele. As cores e a esperança que restavam nela se multiplicaram e contagiaram o jovem príncipe, trazendo de volta sua esperança, há muito abandonada.
Eles se apaixonaram, e assim permaneceram. Felizes e pelo resto de suas vidas.
15/12/2014
N ã o era algo simples de esquecer. Um acidente grave havia ocorrido. E o pior, eles sabiam que a culpa era deles. Eles o chamaram. Era meia-noite. Como nos filmes clichês de terror. Eles se encontraram num sanatório abandonado, por algum motivo desejavam brincar com o que n ã o deviam. Desejaram chamar algo que n ã o entendiam ou poderiam controlar . A sess ã o come ç ou assim que todos se encontraram, no centro exato do lugar. Tentariam contatar um anjo. Uma pena n ã o ter sido o que eles queriam. Um dem ô nio veio a seu encontro. O que de certa maneira n ã o era errado, afinal, um dem ô nio n ã o é nada menos do que um anjo que caiu. N ã o é ? Sua destrui çã o foi come ç ando aos poucos, primeiro, um terremoto. A jovem Bianca foi a primeira a ser levada. Presa nos destro ç os do sanat ó rio enquanto seu irm ã o n ã o podia se perdoar por n ã o ter ido no lugar dela. Depois, Leo. Pobre rapaz. Um acidente de cozinha t ã o previs í vel. Mas quem podia saber que o fogo se ...
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